domingo, 4 de janeiro de 2009

Cabelos e a Moda: Cabelos Gregos

Talvez nada no mundo da moda tenha mudado com tanta freqüência através dos séculos quanto o estilo dos cabelos.
Desde a antigüidade, tanto homens quanto mulheres, têm demonstrado grande preocupação com a saúde e beleza dos cabelos.

O cuidado com os cabelos é um traço característico do povo do Antigo Egito. O arsenal empregado nesses cuidados (escovas, tesouras, loções de tratamento, etc.) era guardado em caixas especiais, luxuosamente decoradas. Embora a partir de 3.000 a.C., as cabeças raspadas e lisas e os corpos sem pêlos tenham passado a ser sinais de nobreza no Egito, a moda exigia que homens e mulheres usassem perucas de cabelo humano ou de lã de carneiro. As barbas postiças eram populares entre os homens. A tintura azul-escuro era usada para conseguir a cor preta (predileta) das perucas e barbas e a henna, um pó feito das folhas da alfena egípcia, dava um tom vermelho-alaranjado aos cabelos e unhas. Os estilos mais populares de cabelo eram os cortes retos, cujo comprimento variava desde a altura do queixo até abaixo dos ombros, sendo usados geralmente com franja.

Os salões de barbeiro surgiram na Grécia Antiga. Conversas sobre política, esportes e eventos sociais eram mantidas por filósofos, escritores, poetas e políticos, enquanto estes eram barbeados, faziam ondas nos cabelos, manicure, pedicure e recebiam massagens. Os cabelos eram principalmente espessos e escuros e eram usados longos e ondulados. É nos afrescos de Creta que o rabo-de-cavalo usado pelas mulheres aparece pela primeira vez. Os preparados cosméticos, óleos, pomadas, graxas e loções eram usados para dar brilho e um perfume agradável aos cabelos. Os cabelos loiros eram raros e admirados pelos gregos e ambos os sexos tentavam descolorir seus cabelos com infusões de flores amarelas. As barbas, verdadeiras e falsas, continuaram populares até o reinado de Alexandre o Grande.

Na Roma Antiga, as barbearias continuaram sendo instituições sociais, tendo um grande número de barbeiros que prestavam seus serviços nos mercados e casas de banho públicas. Os cidadãos prósperos ofereciam aos seus convidados os serviços dos seus barbeiros particulares. Os cabelos e a barba eram ondulados com ferro quente. Muitas poções eram usadas para prevenir a queda dos cabelos e o seu embranquecimento. O estilo de cabelo mais popular entre os homens era curto, escovado para a frente e com ondas. As mulheres usavam o cabelo ondulado, repartido no centro e caindo sobre as orelhas.

Contudo, foi no século XX que a moda dos cabelos aliou-se à tecnologia .

A pesquisa científica sobre cabelos começou quando a higiene pessoal se tornou um meio de prevenir o acúmulo de piolhos e sujeira, que ficavam escondidos sob as perucas, pós, perfumes e poções que vinham sendo usados pelo homem.

No início do século apareceram os salões de beleza para mulheres, os quais não serviam apenas para cuidar dos cabelos, mas eram um ponto de encontro como as barbearias na Grécia Antiga.


Com o advento da eletricidade, em 1906, Charles Nestle (Londres), inventou a máquina de fazer ondas permanentes nos cabelos. Mesmo levando aproximadamente 10 horas para concluir o processo de ondulação permanente dos cabelos, poupou as mulheres de incontáveis horas usando o ferro quente para fazer ondas.

No ano seguinte, um estudante de química francês, Eugene Schuller, fundou a empresa L'Oreal, criando uma tintura para cobrir os cabelos grisalhos com cores naturais e usando um processo permanente.

Depois do fim da I Guerra Mundial, o corte de cabelo "Joãozinho" para as mulheres (cabelos bem curtos como os de homem) foi considerado escandaloso, mas ganhou popularidade devido à sua praticidade.

O advento do cinema na década de 20 trouxe novos padrões de moda para os cabelos. As mulheres de todo o mundo rapidamente adotaram os estilos e cores das atrizes de Hollywood.

A moda masculina de cabelos não mudou radicalmente na primeira metade do século XX, prevalecendo o "look clean" que tinha a influência militar das duas guerras mundiais.

Elvis Presley ajudou a mudar isso com as suas costeletas compridas e o topete brilhante. Mas, foram os Beatles que, pela primeira vez em muitas décadas, tornaram novamente populares os cabelos mais compridos para homens.

Na década de 60 também houve mudanças no estilo dos cabelos das mulheres, com o retorno dos cabelos lisos e de corte simétrico, criado pelo cabeleireiro inglês Vidal Sassoon.

A partir da década de 70, houve ampla aceitação de estilos variados tanto para homens quanto para mulheres, desde os cabelos soltos e naturais até o estilo "punk".

Seja por superstição, por costume, ou por vaidade, a verdade é que o ser humano sempre dispensou, e continua dispensando, grande atenção a essa parte do corpo. Hoje, porém, nós, homens e mulheres, podemos contar com um imenso arsenal para nos ajudar nessa tarefa.

Compridos ou curtos, lisos, crespos ou ondulados, qualquer que seja a cor ou o seu estilo de cabelos, o importante é manter a saúde deles, a saúde da nossa pele.

Cabelos e a Moda: Cabelos Gregos

Talvez nada no mundo da moda tenha mudado com tanta freqüência através dos séculos quanto o estilo dos cabelos.
Desde a antigüidade, tanto homens quanto mulheres, têm demonstrado grande preocupação com a saúde e beleza dos cabelos.

O cuidado com os cabelos é um traço característico do povo do Antigo Egito. O arsenal empregado nesses cuidados (escovas, tesouras, loções de tratamento, etc.) era guardado em caixas especiais, luxuosamente decoradas. Embora a partir de 3.000 a.C., as cabeças raspadas e lisas e os corpos sem pêlos tenham passado a ser sinais de nobreza no Egito, a moda exigia que homens e mulheres usassem perucas de cabelo humano ou de lã de carneiro. As barbas postiças eram populares entre os homens. A tintura azul-escuro era usada para conseguir a cor preta (predileta) das perucas e barbas e a henna, um pó feito das folhas da alfena egípcia, dava um tom vermelho-alaranjado aos cabelos e unhas. Os estilos mais populares de cabelo eram os cortes retos, cujo comprimento variava desde a altura do queixo até abaixo dos ombros, sendo usados geralmente com franja.

Os salões de barbeiro surgiram na Grécia Antiga. Conversas sobre política, esportes e eventos sociais eram mantidas por filósofos, escritores, poetas e políticos, enquanto estes eram barbeados, faziam ondas nos cabelos, manicure, pedicure e recebiam massagens. Os cabelos eram principalmente espessos e escuros e eram usados longos e ondulados. É nos afrescos de Creta que o rabo-de-cavalo usado pelas mulheres aparece pela primeira vez. Os preparados cosméticos, óleos, pomadas, graxas e loções eram usados para dar brilho e um perfume agradável aos cabelos. Os cabelos loiros eram raros e admirados pelos gregos e ambos os sexos tentavam descolorir seus cabelos com infusões de flores amarelas. As barbas, verdadeiras e falsas, continuaram populares até o reinado de Alexandre o Grande.

Na Roma Antiga, as barbearias continuaram sendo instituições sociais, tendo um grande número de barbeiros que prestavam seus serviços nos mercados e casas de banho públicas. Os cidadãos prósperos ofereciam aos seus convidados os serviços dos seus barbeiros particulares. Os cabelos e a barba eram ondulados com ferro quente. Muitas poções eram usadas para prevenir a queda dos cabelos e o seu embranquecimento. O estilo de cabelo mais popular entre os homens era curto, escovado para a frente e com ondas. As mulheres usavam o cabelo ondulado, repartido no centro e caindo sobre as orelhas.

Contudo, foi no século XX que a moda dos cabelos aliou-se à tecnologia .

A pesquisa científica sobre cabelos começou quando a higiene pessoal se tornou um meio de prevenir o acúmulo de piolhos e sujeira, que ficavam escondidos sob as perucas, pós, perfumes e poções que vinham sendo usados pelo homem.

No início do século apareceram os salões de beleza para mulheres, os quais não serviam apenas para cuidar dos cabelos, mas eram um ponto de encontro como as barbearias na Grécia Antiga.


Com o advento da eletricidade, em 1906, Charles Nestle (Londres), inventou a máquina de fazer ondas permanentes nos cabelos. Mesmo levando aproximadamente 10 horas para concluir o processo de ondulação permanente dos cabelos, poupou as mulheres de incontáveis horas usando o ferro quente para fazer ondas.

No ano seguinte, um estudante de química francês, Eugene Schuller, fundou a empresa L'Oreal, criando uma tintura para cobrir os cabelos grisalhos com cores naturais e usando um processo permanente.

Depois do fim da I Guerra Mundial, o corte de cabelo "Joãozinho" para as mulheres (cabelos bem curtos como os de homem) foi considerado escandaloso, mas ganhou popularidade devido à sua praticidade.

O advento do cinema na década de 20 trouxe novos padrões de moda para os cabelos. As mulheres de todo o mundo rapidamente adotaram os estilos e cores das atrizes de Hollywood.

A moda masculina de cabelos não mudou radicalmente na primeira metade do século XX, prevalecendo o "look clean" que tinha a influência militar das duas guerras mundiais.

Elvis Presley ajudou a mudar isso com as suas costeletas compridas e o topete brilhante. Mas, foram os Beatles que, pela primeira vez em muitas décadas, tornaram novamente populares os cabelos mais compridos para homens.

Na década de 60 também houve mudanças no estilo dos cabelos das mulheres, com o retorno dos cabelos lisos e de corte simétrico, criado pelo cabeleireiro inglês Vidal Sassoon.

A partir da década de 70, houve ampla aceitação de estilos variados tanto para homens quanto para mulheres, desde os cabelos soltos e naturais até o estilo "punk".

Seja por superstição, por costume, ou por vaidade, a verdade é que o ser humano sempre dispensou, e continua dispensando, grande atenção a essa parte do corpo. Hoje, porém, nós, homens e mulheres, podemos contar com um imenso arsenal para nos ajudar nessa tarefa.

Compridos ou curtos, lisos, crespos ou ondulados, qualquer que seja a cor ou o seu estilo de cabelos, o importante é manter a saúde deles, a saúde da nossa pele.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

informações sobre as vestimentas que o povo da civilização Grega usava

O vestuário dos gregos era simples e compunha-se, basicamente, de roupas de linho no verão e de lã no inverno. Essas peças podiam ser compradas na ágora, o local onde se estruturava o comércio nas pólis gregas, mas essas peças custavam muito caro, por esse motivo a maior parte das famílias pobres produzia suas próprias vestimentas. Uma boa parte dessas roupas mantinha a cor original da lã ou do linho, algumas passavam por um processo de colorização com tinturas.

Eram feitas pelas mulheres das casas, algumas peças confeccionadas pela esposa ou pelas filhas, a maioria pelas escravas. Ornamentos que representavam a cidade-estado de origem dessas pessoas eram produzidos e colocados junto com as roupas ou ainda pintados nas mesmas. A utilização de brincos, anéis, correntes, gargantilhas ou qualquer outra espécie de jóias estava restrita as famílias mais ricas e tradicionais das pólis. Era comum que homens e mulheres usassem perfumes feitos a base de flores e ervas
A vaidade e os cuidados com a beleza faziam parte do cotidiano de homens e mulheres da Grécia Antiga. O uso de espelhos e escovas de cabelo era corriqueiro entre pessoas de ambos os sexos. Diferentes penteados, com destaque para os cabelos encaracolados e arranjos feitos com ceras e loções eram muito comuns. As mulheres mantinham seus cabelos longos. A utilização de presilhas de metal ou fitas coloridas nos cabelos femininos era popular. Havia uma admiração muito grande por cabelos loiros, por isso as mulheres costumavam pintar seus cabelos.

Os homens mantinham cortes curtos e, a não ser que fossem soldados, cultivavam barbas e/ou bigodes. Uma parte da vida social dos homens gregos acontecia nas barbearias, onde se reuniam para cuidar de sua aparência (cortar os cabelos e aparar barba e bigodes) e também para discutir política, filosofia, artes, esportes e para conversar de assuntos diversos.

Os gregos gostavam muito de dançar. Eles acreditavam que ao dançar melhoravam sua condição física e emocional. As danças raramente reuniam pessoas de sexos diferentes, restringiam-se a encontros de homens ou de mulheres. Existem registros de aproximadamente 200 tipos diferentes de danças gregas tradicionais do período antigo, variando das danças cômicas as danças de guerra, atléticas ou religiosas e ainda aquelas relacionadas a casamentos, funerais ou demais celebrações. Essas danças eram acompanhadas por músicas provenientes de instrumentos como liras, flautas, tamborins, tambores e castanholas.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Vestimenta Grega

A Grécia é o país mais meridional dos Balcãs, faz fronteira marítima no Mar Egeu, a sul com o Mar Mediterrâneo e a oeste com o Mar Jónico, através do qual tem ligação a Itália.
A cultura grega não só está ligada com o valor estético, está também com a filosofia, arte, democracia e conhencimentos cuja é uma referência positiva.
A respeito da indumentária, ela foi muito peculiar, drapeados ficaram em evidência, símbolo marcante. Para eles era mais importante o valor estético do que o erotismo.
Avestimenta principal foi o QUITON, era um retângulo de tecido, como se fosse uma túnica, colocada no corpo presa somente os ombros e embaixo dos braços, sendo que uma das laterais era aberta e outra fechada.
Sobre os ombros era preso com broches ou agulhas(Fíbula), na cintura amarrado por um cordão ou cinto.

Mulheres e homens eram adeptos dele, sendo que os dos homens era curto para o dia a dia, quando ocasiões especiais era usado longo; o feminino sempre longo.
Os gregos também eram adeptos dos mantos; A CLÂMIDE, de lã; capa curta militar e o HIMATION roupa civil ampla, usada em dias frios.
O manto feminino era o PEPLO bem longo chgando até os pés.
Ao passar dos tempos, a indumentária grega foi ficando mais luxuosa e ostensiva.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Evolução da Moda: Grécia

"Na Grécia Antiga criou-se o critério clássico de beleza: a harmonia pela simetria entre os lados esquerdo e direito do indivíduo. Para eles era mais importante o valor estético do que o erotismo.
Estes tinham como constante nas vestimentas, decorações de origem arquitectónica e isso reflecte-se no corte rectangular das roupas.
A população grega utilizava uma túnica ornamentada com este corte. Os materiais mais utilizados na elaboração desses mesmos trajes eram a lã artesanal, o linho e em algumas ocasiões a seda.

A vestimenta principal era o Quiton, um rectângulo de tecido que se assemelha a uma túnica colocada no corpo, presa nos ombros e debaixo dos braços. Sobre os ombros era presa com broches ou agulhas de nome Fíbula e na cintura por um cordão ou cinto. Esta era bastante longa chegando, nos adultos, a bater no tornozelo e, no caso dos mais jovens, até aos joelhos.

Quando a túnica cobria apenas um ombro era-lhe atribuída o nome de Exomide.
A vestimenta feminina era ligeiramente diferente da masculina. Resumia-se a um tecido rectangular, continha cordões ou correias ao nível da cintura como decoração e eram bastante decotados."

Mais em: http://evolucaodamoda-apr.blogspot.com/2008/01/grcia.html

sábado, 13 de dezembro de 2008

Roupas Gregas Antigas







Mais uma imagen da moda da Grécia na Antiguidade.

Mulheres gregas em seus trajes de época!

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Inspiração dos Cabelos Gregos



Cabelo preso no estilo Grego, com cachos e curtos. Com uma indumentária grega ficaria perfeito.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Influencia da Grécia na Moda Atual

Walter Rodrigues - Verão 2000

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Influência Grega na Moda Atual [3]


Coleção Primavera/Verão 2008 - Erin Fetherston, Jil Sander e Vera Wang

domingo, 16 de novembro de 2008

Influência Grega na Moda Atual [2]

Coleção Primavera/Verão 2008 - Gianfranco Ferré, Lanvin e Marchesa

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Influência Grega na Moda Atual

Da Esquerda para a Direita: Coleção Primavera/Verão 2008: Hermés, Alberta Ferreti e Danielle Scutt

domingo, 9 de novembro de 2008

Influência Grega



Influência Grega na Moda Atual:

Década de 30 – Vestido da estilista parisiense Alix Grès

sábado, 8 de novembro de 2008

Ágora




O vestuário dos gregos era
simples e compunha-se, basicamente, de roupas de linho no verão e de lã no inverno. Essas peças podiam ser compradas na ágora, o local onde se estruturava o comércio nas pólis gregas, mas essas peças custavam muito caro, por esse motivo a maior parte das famílias pobres produzia suas próprias vestimentas. Uma boa parte dessas roupas mantinha a cor original da lã ou do linho, algumas passavam por um processo de colorização com tinturas.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Cabelos Gregos


As mulheres mantinham seus cabelos longos. A utilização de presilhas de metal e de fitas coloridas era bastante popular.

Diferentes penteados, com destaque para os cabelos encaracolados e arranjos feitos com ceras e loções eram muito comuns.

Os homens mantinham cortes curtos e, a não ser que fossem soldados, cultivavam barbas e/ou bigodes. Uma parte da vida social dos homens gregos acontecia nas barbearias, onde se reuniam para cuidar de sua aparência (cortar os cabelos e aparar barba e bigodes) e também para conversar.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Calçados Gregos


Os homens costumavam muitas vezes andar descalço. O calçado habitual era a sandália, simples sola presa por meio de correias que deixava desprotegida a parte superior do pé.




As mulheres naturalmente usavam diferentes tipos de calçados trabalhados com cui
dado e elegância e pintados de diferentes cores.

sábado, 20 de setembro de 2008

O peplo


O peplo, peça do vestuário feminino, era aberto e curto e servia ao mesmo tempo de túnica e manto. Consistia em um manto de lã assaz estreiro, simplesmente preso por uma fivela sobre cada uma de suas espáduas, sem cintura nem costura.





Ainda a propósito do peplo, convém notar: Esta palavra designa, as vezes, todo o vestido de mulher, ou mesmo qualquer estofo e pano. No sentido mais restrito, é um véu muito comprido, que desce até os pés e cobre o corpo todo, menos os braços.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

A Clâmide


Clâmide era o manto por excelência dos soldados, dos efebos e dos cavaleiros. Esse manto produzia com o corpo dos cavaleiros e corredores um belo efeito que os artistas gregos souberam aproveitar.


É curioso observar que a clâmide, em geral tingida de púrpura, foi na Antiguidade Clássica o manto militar usual. A essa peça do vestiário grego se refere o evangelista quando narra o episódio em que os soldados romanos revestiram Jesus com um de seus mantos.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

O quíton


A primeira peça do vestuário grego que chama nossa atenção é o Quíton. Fala-se da existência de dois tipos de quíton: o dórico e o jônico (que sofria forte influência oriental).

O quíton era uma simples peça retangular de lã (dórica) ou de linho (jônica) presa aos ombros por broches ou alfinetes e ajustada à cintura por cordões. Esta era bastante longa chegando, nos adultos, a bater no tornozelo e, no caso dos mais jovens, até aos joelhos.

O quíton dórico femino diferia do masculino. O quíton jônico era exatamente igual para ambos os sexos. O quíton jônico era de linho e diferia do dórico porque carecia de alfinetes: era, praticamente, como uma ampla camisola de dormir, com mangas até abaixo do cotovelo.